Treinamento Power BI (Online – Ao Vivo) – Escopo Completo

Investir em um treinamento em Power BI para sua equipe não é apenas uma capacitação técnica, mas uma estratégia para transformar a forma como sua empresa lida com dados e toma decisões. Em um mercado cada vez mais competitivo e orientado por dados, ter profissionais capacitados em Business Intelligence significa ganhar agilidade, reduzir erros, e enxergar oportunidades com mais clareza. Com o Power BI, sua equipe aprende a conectar diversas fontes de informação, tratar e modelar os dados corretamente e apresentar tudo em dashboards interativos e visualmente intuitivos. Isso elimina a dependência de planilhas manuais, aumenta a autonomia dos colaboradores e promove uma cultura de decisão baseada em dados confiáveis, em tempo real. Além disso, esse tipo de treinamento acelera a curva de aprendizado da equipe, evita retrabalho, padroniza a linguagem de análise dentro da empresa e estimula a colaboração entre setores. O resultado é uma operação mais inteligente, capaz de reagir rapidamente às mudanças do mercado, antecipar tendências e entregar mais valor ao cliente final. Treinar sua equipe em Power BI é, portanto, um investimento em produtividade, eficiência e inovação. É preparar o time para extrair o máximo do que os dados da sua empresa já têm a oferecer. Formato: Online, ao vivoCarga horária: 12h (divididas em 3 encontros de 4h ou 4 encontros de 3h)Participantes: Até 10 pessoasRecursos incluídos: Objetivo do Treinamento Capacitar os participantes para utilizarem o Power BI de forma eficiente, transformando dados em insights acionáveis por meio de dashboards interativos. O curso é voltado para profissionais que desejam entender desde os fundamentos até técnicas intermediárias de modelagem, visualização e análise de dados. Público-Alvo Profissionais de diversas áreas que desejam aprender a usar o Power BI para análise de dados e geração de relatórios. Não é necessário conhecimento prévio na ferramenta, mas é desejável familiaridade com Excel e noções básicas de dados. Conteúdo Programático Módulo 1 – Introdução e Fundamentos (3h) Atividade prática: Conectando e carregando dados de fontes diversas Módulo 2 – Tratamento e Modelagem de Dados (3h) Atividade prática: Criação de modelo de dados com múltiplas tabelas Módulo 3 – Visualizações e Dashboards Interativos (3h) Atividade prática: Construção de um dashboard completo com base nos dados modelados Módulo 4 – Compartilhamento, Publicação e Governança (3h) Atividade prática: Publicar e compartilhar dashboard com configurações de atualização Entrega Final

Treinamento de Segurança da Informação – Escopo Completo

Formato: Online ao vivo ou presencialCarga Horária: 8h a 12h (pode ser adaptado conforme a necessidade)Participantes: Até 20 pessoas por turmaPúblico-alvo: Colaboradores de todos os setores, especialmente times administrativos, operacionais, TI e liderança Recursos Inclusos: Objetivo do Treinamento Capacitar os participantes a identificar, prevenir e agir diante de ameaças cibernéticas e incidentes de segurança, promovendo uma cultura organizacional voltada à proteção da informação. O foco está na conscientização e na prática do uso seguro de tecnologias, dados e sistemas no ambiente corporativo. Importância A segurança da informação deixou de ser uma responsabilidade apenas da TI. Vazamentos de dados, ataques de phishing, ransomware, engenharia social e acessos indevidos podem comprometer não só informações sigilosas, mas também a imagem e a continuidade de uma empresa. Por isso, preparar colaboradores para reconhecer riscos, agir de forma preventiva e adotar boas práticas é essencial para garantir conformidade com legislações como a LGPD e proteger os ativos mais valiosos da organização: seus dados. Conteúdo Programático Módulo 1 – Fundamentos da Segurança da Informação (1h30) Atividade: Jogo de conceitos – “Você decide o risco” Módulo 2 – Ataques e Ameaças Digitais na Prática (2h) Atividade: Simulação de e-mails maliciosos e detecção de armadilhas Módulo 3 – Boas Práticas no Dia a Dia Corporativo (2h) Atividade: Checklist de segurança da rotina de trabalho Módulo 4 – LGPD e Conformidade (1h30) Atividade: Quiz LGPD Módulo 5 – Prevenção de Incidentes e Reação a Vazamentos (1h30) Atividade: Estudo de caso + simulação de resposta a incidente Módulo 6 – Cultura de Segurança e Engajamento Contínuo (30min) Atividade: Plano de ação individual – “Como posso contribuir com a segurança da empresa?” Avaliação Final

ESTRATÉGIAS PARA A CONSTRUÇÃO DE UMA CULTURA DE DADOS EM EQUIPES NÃO TÉCNICAS

Resumo A cultura de dados tornou-se um fator essencial para a tomada de decisões organizacionais mais assertivas e ágeis. No entanto, a incorporação dessa cultura em equipes não técnicas representa um desafio para muitas empresas. Este artigo propõe estratégias práticas e acessíveis para fomentar uma mentalidade orientada por dados em contextos nos quais o 1. Introdução Vivemos em um cenário corporativo cada vez mais orientado por dados. A capacidade de coletar, interpretar e utilizar informações se tornou um diferencial competitivo. No entanto, muitas empresas ainda enfrentam barreiras culturais, especialmente quando se trata de envolver equipes não técnicas nesse processo.​ Promover uma cultura de dados eficaz vai além da adoção de ferramentas tecnológicas. Trata-se de modificar comportamentos, ampliar o repertório analítico dos profissionais e incentivar a curiosidade orientada por evidências.​ 2. Desmistificação dos Dados no Cotidiano Para equipes sem formação técnica, os dados podem parecer distantes ou excessivamente complexos. Uma abordagem eficaz é apresentar os dados em situações cotidianas, demonstrando como eles já são utilizados de forma intuitiva. Por exemplo, ao analisar os pratos mais vendidos em um restaurante ou acompanhar o desempenho de um time de vendas, os profissionais já estão praticando a análise de dados, mesmo sem rotulá-la assim.​ Essa desmistificação é fundamental para reduzir a resistência e aumentar o engajamento. Ao mostrar que os dados fazem parte do cotidiano e são ferramentas acessíveis, as equipes se sentem mais confortáveis para explorá-los e utilizá-los em suas atividades.​ 3. Comunicação Acessível e Livre de Jargões O uso de terminologias técnicas pode dificultar a compreensão e gerar resistência. A substituição de termos como KPI ou taxa de conversão por expressões mais descritivas e contextualizadas facilita a compreensão e amplia o engajamento. A clareza na comunicação deve ser prioridade, permitindo que todos compreendam a finalidade dos indicadores analisados.​ Além disso, é importante adaptar a linguagem ao público-alvo, utilizando exemplos práticos e analogias que façam sentido no contexto da equipe. Essa abordagem torna a comunicação mais eficaz e promove uma cultura de dados mais inclusiva.​ 4. Estímulo à Curiosidade e à Formulação de Perguntas A construção de uma cultura analítica deve partir de questionamentos. Perguntas como “Por que as vendas caíram neste período?” ou “Qual foi o impacto da campanha em determinada região?” estimulam a reflexão e incentivam a busca por respostas fundamentadas em dados. Criar um ambiente onde perguntar seja valorizado é fundamental para o amadurecimento da cultura analítica.​ Incentivar a curiosidade e a formulação de perguntas promove um ambiente de aprendizado contínuo, onde os profissionais se sentem encorajados a explorar novas ideias e soluções baseadas em dados.​ 5. Valorização de Pequenas Conquistas É recomendável iniciar o processo com objetivos simples e alcançáveis, como a criação de relatórios automatizados ou a geração de insights práticos. Reconhecer e celebrar esses avanços contribui para consolidar o uso de dados como ferramenta estratégica, além de aumentar a autoconfiança da equipe.​ A valorização de pequenas conquistas cria um ciclo positivo de motivação e engajamento, incentivando a equipe a continuar explorando e utilizando dados em suas atividades diárias.​ 6. Aplicação Prática no Contexto Específico da Equipe A contextualização é um fator decisivo para o sucesso da implementação. Equipes de Recursos Humanos, por exemplo, podem analisar dados sobre absenteísmo; já times de marketing podem se beneficiar da análise de engajamento nas redes sociais. Quanto mais próximo o dado estiver da realidade do time, maior será sua aceitação e utilidade.​ Adaptar as iniciativas de dados às necessidades e desafios específicos de cada equipe aumenta a relevância e a eficácia das ações, promovendo uma cultura de dados mais robusta e sustentável.​ 7. Capacitação com Foco na Aplicabilidade Os treinamentos devem ser práticos, objetivos e orientados à realidade do dia a dia. Ao invés de abordagens teóricas e longas, é preferível oferecer oficinas que ensinem a criar relatórios simples ou interpretar gráficos com clareza. A aplicabilidade imediata do conteúdo fortalece o aprendizado e a adoção.​ Investir em capacitações que priorizem a aplicabilidade e a resolução de problemas reais aumenta a eficácia dos treinamentos e contribui para a consolidação da cultura de dados na organização.​ 8. Clareza de Propósito e Benefícios Tangíveis O engajamento com dados cresce quando as equipes compreendem o impacto positivo dessa prática em seus resultados. Relacionar o uso de dados com metas e ganhos reais, como aumento na retenção de clientes ou melhorias operacionais, fortalece a motivação.​ Demonstrar os benefícios tangíveis do uso de dados reforça a importância dessa prática e incentiva a adoção de uma cultura analítica em toda a organização.​ 9. Promoção de Espaços para Compartilhamento Iniciativas como reuniões rápidas para compartilhar descobertas, erros e aprendizados ajudam a fortalecer o espírito de colaboração e o aprendizado coletivo. Esses momentos reforçam que o uso de dados é um processo contínuo e coletivo.​ Criar espaços para o compartilhamento de experiências e conhecimentos promove uma cultura de dados mais colaborativa e integrada, onde todos se sentem parte do processo de transformação.​ 10. Escolha de Ferramentas Simples e Intuitivas A complexidade das ferramentas também pode ser um entrave. É essencial adotar plataformas acessíveis e garantir o treinamento adequado para que todos possam utilizá-las com confiança. Ferramentas intuitivas facilitam a integração dos dados no cotidiano da equipe. domínio técnico não é predominante, abordando desde a simplificação de conceitos até a liderança pelo exemplo. Referências Bibliográficas